7 formas de flertar para 7 tipos de rolês

Você já sabe que o Aquelas Coisas é referência quando o assunto é tudo o que acontece em um relacionamento entre 4 paredes. O que você talvez ainda não saiba é que nós também te ajudamos a chegar até lá. Claro que todo mundo quer transar, mas o primeiro passo é encontrar aquela pessoa interessante para se envolver e isso nem sempre é muito fácil. Seja em um bar, uma balada, ou qualquer outro evento, saber flertar é fundamental.

Pensando nisso, decidimos listar aqui 7 ótimas dicas de como jogar o jogo da conquista em diferentes situações. Abordagem, comportamento, linguagem… cada detalhe pode ser a diferença entre voltar para casa sozinho ou acompanhado (ou pelo menos com um número de telefone).

OBS: Lembre-se que isso vale para homens e mulheres! Não há mais espaço para atribuir determinado comportamento a determinado gênero. Para fins práticos, às vezes trataremos o “alvo” no masculino e às vezes no feminino.

Em pubs e bares sem pista de dança

Aqui o flerte começa mais discreto, mais sutil e depois vai exigir uma dose um pouco maior de coragem. Antes de mais nada, é importante lembrar-se que, na maior parte das vezes, as pessoas não estão nesse ambiente em busca de paquerar. Não seja inconveniente! Seu “alvo” muito provavelmente vai priorizar os amigos, e talvez você devesse fazer o mesmo.

Ressalva feita, nada impede duas pessoas bacanas de se conhecerem em um barzinho, desde que uma das duas tome uma atitude mais ousada na hora certa. Para começar, tente utilizar o olhar e o sorriso para estabelecer uma conexão. Isso não significa ficar encarando a pessoa, mas tente fazer seus olhares se cruzarem, sorria e veja se a reação do outro lado é tão simpática e amistosa quanto.

Contato estabelecido, leia o ambiente. Se seu crush está só com mais uma pessoa ou se o bar é mais reservado, uma aproximação não é o melhor caminho. Nessa hora, recorra ao clichê: mandar seu número de Whatsapp em um bilhete pelo garçon é discreto, direto e deixa a outra pessoa absolutamente confortável para lidar com aquilo como quiser. Agora, se o bar é mais descolado, deixe a timidez de lado e vista sua confiança. Aproxime-se, pergunte se você pode sentar por perto e tente iniciar uma conversa. Encontre um assunto interessante, não chegue fazendo elogios ou chamando para sair, lembre-se que o outro não te conhece e não está lá em busca de uma ficada. Lembre-se, o principal aqui é demonstrar interesse sem ser invasivo.

No bar/balada

Nesse ambiente as coisas já se tornam mais fáceis. Quando o ambiente tem uma pista de dança,  a socialização já é mais esperada e muita gente pode ter o mesmo objetivo que você. A dica mais importante aqui é o timing. Valorize a diversão com seus amigos, aproveite os momentos sem pensar em paquera, você não precisa ficar analisando as pessoas uma por uma para decidir quem te interessa.

Conforme o ambiente estiver se animando e a pista ficando mais povoada, os movimentos se tornam mais naturais. Na pista é mais fácil, comece a dançar perto de alguém, tente trocar um olhar, e não espere demais até puxar um papo. Lembre-se: confiança é tudo. Outra opção para você que sente menos a vergonha é agir um pouco antes da crush ir para a pista. Aproxime-se da mesa, peça licença e chame-a para dançar. Convide o grupo dela inteiro para se animar, deixe claro que você não está fazendo uma proposta definitiva, só está propondo que todos se divirtam juntos. Se as coisas forem bem, depois você terá a chance de ser mais direto.

Na balada

Se uma pista de dança em um bar já torna o ambiente mais propício para a ~azaração~, imagine só uma balada. Aqui muita gente já vai na intenção de conhecer alguém, de ficar, ou quem sabe até de não ir embora sozinho. Dado esse contexto, é importante lembrar: ninguém é obrigado a querer ficar com alguém só porque está numa balada. Muita gente vai sim só para dançar, se divertir, beber, extravasar… respeito é a palavra de ordem sempre!

O comportamento ideal aqui vai variar de acordo com a música. Se está tocando um rock, normalmente você vai querer puxar um papo, de repente até sobre música mesmo. Se a balada é de funk, sertanejo ou pagode, o melhor caminho pode ser se aproximar através da dança mesmo. A energia da música é diferente, os corpos já estão próximos, e aí os olhares e sorrisos podem dizer muito mais do que qualquer papinho ao pé do ouvido.  Em ambos os casos, voltamos a confiança e timing. Não fique rodeando muito tempo, não ensaie o que dizer, só arrisque.

Se a balada for de eletrônico, há uma infinidade de estilos, a dica é: tenha certeza de que a pessoa realmente está aberta a uma aproximação. No público do eletrônico, é ainda mais frequente que o objetivo seja só curtir a música.

Festas universitárias

Festas universitárias são um dos melhores ambientes para quem quer ficar com alguém, mas apenas se você cumprir uma condição: já conhecer alguém que faz parte daquele meio. Não que desconhecidos não sejam bem-vindos ou não possam conhecer alguém, mas é fato que esse ambiente é feito por universitários e para universitários. Existe uma sensação de pertencimento, uma bolha na qual todo mundo se conhece em segundo ou terceiro grau. Estar ali sem ser parte desse mundo pode te fazer sentir deslocado, como um corpo estranho a um sistema homogêneo. Se esse for o caso, trate a festa como uma balada normal, mas saiba que a resistência tende a ser maior.

Se você faz parte desse mundo, aproveite o sistema. Converse com os amigos dos amigos, os amigos dos amigos dos amigos e os amigos deles. Quando o interesse surgir e for recíproco, a dinâmica costuma ser bem simples. Converse, aproxime-se, seja direto se preferir… você já não mais um completo estranho, então as barreiras se tornam bem mais fáceis de ultrapassar.

Bloquinho de carnaval

É carnaval, colega! Aproveite. As pessoas ficam mais sociáveis, mais animadas, mais abertas a conhecer gente, a beijar, a se divertir. Em um bloquinho, há espaço para tudo. Lá no meio do povo é só cruzar olhares, esperar um match e aproveitar. Se você gosta mais de conversar e conhecer um pouco mais seu par, se afaste um pouco da música, na parte da festa em que ninguém precisa gritar e o ritmo de caminhada é mais lento. Seja como for, aproveite o contexto para gerar assunto: use uma fantasia divertida, que facilite interações; pergunte ou brinque com as fantasias dos outros; fique ligado nas músicas que estimulam a paquera para aproveitar as deixas, etc. É carnaval, você não deve ter problemas.

 

Aplicativos de relacionamento

Ok, isso não é exatamente um rolê, mas que atire a primeira pedra quem nunca abriu o Tinder, o Happn, ou sei lá o que esperando encontrar seu próximo rolo. É claro que esse não é o caminho mais natural e confortável do mundo, mas isso não significa que ele não pode funcionar.

Depois do match você já sabe que há uma reciprocidade de interesse, pelo menos no que diz respeito à aparência e às poucas informações apresentadas no perfil. Aproveite isso. Puxe assuntos ligados às descrições de perfil, fale sobre o porque de você ter se interessado, mostre que não foi um like pelo like. Ao mesmo tempo, não ache que o caminho todo já foi percorrido. Fale sobre outras coisas, demonstre interesse em conhecer mais sobre o outro e não fique forçando a barra para sair logo. O match é só o começo.

Há também uma outra situação do aplicativo, que é quando você o usou no meio de uma festa, balda ou bar. Se esse for o caso, aproveite as mesmas dicas dadas acima, mas com duas vantagens: a confiança já está lá em cima, pois você sabe do interesse, e o próprio match pode ser usado de quebra-gelo. Você arruma um assunto fácil e ainda já tira da frente o possível constrangimento causado pelo uso do app.

O flerte do dia a dia

Às vezes não queremos apenas ir a uma festa e beijar alguém. Às vezes não queremos conhecer uma nova pessoa. Às vezes, já sabemos em quem estamos interessados, já frequentamos os mesmos lugares que ela e só não sabemos o que fazer. Se você se interessa por um amigo, por uma colega de sala, pelo vizinho ou pela mocinha que trabalha no quinto andar, os caminhos são bem diferentes.

Quando já existe uma relação com a pessoa em questão, a principal meta que você deve ter em mente é fazer com que ela perceba seu interesse. Você até pode pedir pra um conhecido em comum fazer a ponte, mas isso já joga um pouco contra por não ser a forma mais legal e destemida de agir.

Que tal começar um papo online mais frequente? Não é o mesmo que pessoalmente, mas oferece a conversa a dois que nem sempre é tão viável. Nos momentos normais de convívio, deixe uma indireta ou outra no ar, demostre admirar a pessoa, faça o possível para que ela note que aquilo pode ser mais do que uma amizade. É claro que, no final das contas, tudo vai culminar no momento de chamar para sair ou de tentar alguma coisa em um rolê, mas se o caminho já estiver pavimentado, esse momento será muito mais tranquilo (mesmo que o interesse não seja recíproco).

Quando a relação ainda não existe, é mais difícil iniciar uma conversa. Por outro lado, o simples ato de iniciá-la já pode ser um indicador do seu interesse. Aproveite uma sexta-feira para transformar o “bom dia” em um “Quais os planos pro fim de semana?”. Aproveite aqueles 10 minutos antes da aula para dar um oi e fazer algum comentário sobre a matéria ou perguntar se ela vai na próxima festa. Faça com que uma interação obrigatória seja engraçada e se estenda um pouco mais. Surja na vida da pessoa, e sem se preocupar em fazer isso de forma hiper natural, afinal, você quer que ela perceba seu interesse. Eu sei que pode parecer estranho começar a falar com alguém que você não conhece muito bem, mas não há nada mais normal do que puxar um assunto.

Com todas essas dicas, fica muito mais fácil dar o primeiro passo. E não tenha pressa. Esse momento inicial pode ser muito prazeroso. Os primeiros sorrisos, as primeiras conversas, aquele interesse mútuo ainda não confirmado, o frio na barriga… a fase da conquista também é muito legal, desde que ambos sejam respeitosos e você não se pressione. Lembre-se, o pior que pode acontecer é o flerte não dar certo e aí a vida segue normalmente.

Tem alguma cantada ou ideia de como se aproximar que sempre funciona? Escreva nos comentários, quem sabe você não é aquele empurrãozinho que alguém está precisando.

7 formas de flertar para 7 tipos de rolês was last modified: julho 29th, 2019 by João
Category : Dicas
Tags :